Solidão Adiso Machado

Solidão
Adiso Machado

Foto: Frank Jeske  Andrea Spolaor

Foto: Frank Jeske
Andrea Spolaor

Marilice Bastos e Jorge Foques

Marilice Bastos e Jorge Foques

Foto: Pablo Torres Emily Chagas

Foto: Pablo Torres
Emily Chagas

Foto: Cládio Etges Luiza Karnas

Foto: Cládio Etges
Luiza Karnas

 

 

A Eduardo Severino Cia de Dança e Usina das Artes

apresentam

 9º Edição Mostra Movimento e Palavra

Tem como objetivo a difusão e a discussão sobre as escolhas e os fazeres artísticos em dança. Com a participação de vários coreógrafos da cena porto-alegrense e interior do estado que têm diferentes princípios de criação e que mostrarão suas pesquisas coreográficas em processo ou já finalizadas.

No primeiro semestre do ano de 2007 a Eduardo Severino Cia. de Dança teve a iniciativa de criar e produzir a Mostra Movimento e Palavra, com total aprovação e adesão dos artistas de dança da cidade.

Agora na 9º edição serão dois encontros, nos dias 22 e 23 de junho, sábado e domingo às 19h com bate-papo ao final das apresentações com um provocador, um mediador, artistas e público interessado.

Nesta edição teremos o artista Adilso Machado, radicado em Florianópolis e atuando no Grupo Cena 11 que participará da Mostra ministrando um workshop e mostrará o solo Solidão Pública de sua autoria, teremos ainda a participação de três trabalhos de Andrea Spolaor, Fragmento do espetáculo SEM que está sendo desenvolvido no projeto de Residência Artística da Sala 209 e mais o duo Partida e o trabalho “Marcela Fenay/Maculele (primeiro estudo)” com orientação de Jair Umann, a Mostra terá também a participação dos bailarinos sapateadores Luiza Karnas com o trabalho “Até aonde os pés me levam” e de Leonardo Dias com Camila Costamilan em “Improvisação em Sapateado americano”, mais a dupla do músico Jorge Foques e a bailarina Marilice Bastos em “Translúcido, o que o Inconsciente não Percebe” e mais Pâmela Ferreira de Santa Maria com trabalho “d(ex)habitar”que desenvolveu no Projeto Outras Danças/2012 em Porto Alegre.

Dia 22 de junho/sábado

Andrea Spolaor

“Fragmento do espetáculo SEM”

Direção Coreográfica – Andrea Spolaor

Interprete criadora: Emily Chagas

Musica: Rodrigo Leão

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Andrea Spolaor

“Partida”

Coreógrafa: Andrea Spolaor com Lirio Grupo Jovem

Intérpretes: Andressa Pereira e Kyrie Isnardi

Música: Lucas Osciloid 

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Andrea Spolaor

“Marcela Fenay/Maculele (primeiro estudo)”

“Marcela Fenay, personagem nascida em 2009, até então somente visitava espetáculos. Agora busca um espetáculo próprio, uma casa, um lugar. Para isto une sua bagagem adquirida à prática do maculelê em parceria de Éden Machado, sob orientação de Jair Umann.”

Elenco: Andrea Spolaor e Éden Machado

Concepção: Andrea Spolaor

Orientação: Jair Umann

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Leonardo Dias e Camila Costamilan

“Improvisacao em Sapateado americano”

” Se o som e o movimento tem tanto em comum, como fazer de ambos uma só coisa?”

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Marilice Bastos e Jorge Foques

Translúcido, o que o inconsciente não percebe (fragmento)

Aborda os caminhos da “manipulação” (em destaque o fenômeno social) e, sobretudo os traçados pelo ser humano, através da sua ambição pelas descobertas e transformações advindas de seu potencial criador. Agora, com o processo contínuo do desenvolvimento tecnológico, o homem tornou-se objeto da tecnologia. “O homem se socorre com a tecnologia e depois foge dela”.

Provocador/mediador:

Susana França e Bia Diamante .

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Dia 23 de junho/domingo

Adilso Machado

“Solidão Pública”

Criação/intérprete – Adilso Machado

… “Tão perto da morte as pessoas sentem-se liberadas e prontas a reviver. Também me sinto pronto a reviver tudo. Como se esta grande cólera me tivesse purificado do mal, esvaziado de esperança, diante desta noite carregada de sinais e de estrelas eu me abria pela primeira vez à terna indiferença do mundo. Por senti-lo tão parecido comigo, tão fraternal, enfim, senti que tinha sido feliz e que ainda o era. Para que tudo se comunicasse, para que tudo se consumasse, para que me sentisse menos só, faltava-me desejar que houvesse muitos espectadores no dia da minha execução e que me recebessem com gritos de ódio”.

(Albert Camus – no seu livro o Estrangeiro)

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Pâmela Ferreira

“d(ex)habitar”

Solo desenvolvido durante residência artística – Outras Danças Brasil/Uruguai/Argentina 2012

Intérprete-criadora: Pâmela Ferreira

Direção: Adriana Belbussi Figueroa

Release: Ex posição, Ex tra, Ex terno, Ex ternar, Ex pirou, Ex tremo, Ex tremeci, Ex termínio

E haja tempo para tanta necessidade… de sentir, de que passe, de que aconteça, de que se realize algo ou alguém. Nesse tempo do tudo, penso que o encontro desses sentidos e desses momentos que podem também ser traduzidos em estados, sem a mínima pretensão do entendimento, da procedência, da literalidade, do estar é o que realmente pode ficar, sem passar, sem tempo, sem pressa, sem urgência… com “digestibilidade”…

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Luiza Karnas

“Até aonde os pés me levam”

A pesquisa coreográfica desenvolve uma dramaturgia tendo como principal protagonista os pés. Com base no sapateado americano e na dança contemporânea, a composição mostra o processo de construção de uma linguagem própria, tendo como inspiração a trajetória percorrida pela intérprete e suas sensações com relações aos caminhos que virão.

Pé de palhaço, pé de bailarina. Pé do equilíbrio, da corrida, do salto. Pés que empurram o chão, mas é o chão que empurra os pés. Pé inquieto, teimoso, barulhento. Pés que articulam, mostram, movem. Pés que me levam.

Provocador/mediador:

Cibele Sastre/ Tatiana da Rosa

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Onde: Usina do Gasômetro na sala 209, Av. João Goulart, 551

Horário: 19h

Quando: 22 e 23 de junho, sábado e domingo.

Quanto: Inteira – R$ 20,00 / Meia – R$ 10,00 (Melhor idade, estudantes, Classe artística)

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Workshop: Corpo Pensa a Dança

com Adilso Machado(Cena 11)

 

A aula terá como objetivo condicionar e aumentar a percepção do corpo, refinando a relação entre corpo, pensamento e a ação (que denominamos dança); O objetivos é auxiliar os participantes nas suas atividades profissionais, em especial bailarinos, atores, músicos e atletas que tem no corpo sua principal ferramenta de trabalho. O intuito do curso é também de agregar conhecimento ao participante, para que este possa posteriormente utilizá-los nas suas atividades diárias.

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Dias 22 e 23 de Junho

6 horas/aula

Sábado e domingo das 10h às 13h.

Investimento : R$ 100,00

Local: Sala 209/Usina do Gasômetro

Informações: lucidacultura@gmail.com

 Sobre Aldiso

Adilso Machado é bailarino há sete anos do Grupo Cena 11. Tem 14 anos de experiência; nesse período teve contato com diferentes técnicas de dança contemporânea, ballet clássico, street dance e jazz, com diversos professores. Seus principais diretores e professores foram Alejandro Ahmed (Grupo Cena 11 Cia de Dança, Florianópolis/SC), Eva Schul (Ânima Cia de Dança, Porto Alegre/RS), Eduardo Severino (Eduardo Severino Cia de Dança, Porto Alegre/RS), Lia Rodrigues/residência artística (Lia Rodrigues Cia de Dança, Rio de Janeiro/RJ), e Hooman Sharifi (Impure Company, Oslo/Noruega), entre outros artistas.

Seu principal foco de trabalho como professor de dança se dá nas técnicas somáticas trabalhando a conscientização do corpo e do movimento. Para isso, relaciona técnicas como a improvisação, contato-improvisação, método Laban, técnica de release, Feldenkrais e eutonia.

Neste último ano, realizou trabalhos como artista convidado pelos grupos Quarta Parede (Caxias do Sul/RS) e Intrépida Trupe (Rio de Janeiro/RJ) além de uma pesquisa trio, Interferências dos Encontros, pelo prêmio de incentivo a cultura da Prefeitura Municipal de Joinville/SC, uma pesquisa duo, Ruínas, pela Bienal de Dança de Florianópolis/SC e realizei uma pesquisa solo chamada O estado em que me encontro que desde 2008 é um experimento de dança-instalação deito presencialmente mas também adaptado para vídeo-dança participando da seleção do Projeto Dança em Foco Festival Internacional de Vídeo e Dança 2011. Esse trabalho procurou promover a discussão sobre o corpo e sua relação com a platéia, a possibilidade de direcionar o olhar do público e seu imaginário. O atual projeto tem como finalidade o desdobramento desses estudos sob uma nova perspectiva, trabalhando a relação artista e público a partir do tema solidão.

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Realização

Eduardo Severino Cia. de Dança / Usina das Artes

Informações: http://eduardoseverinociadedanca.wordpress.com

eduardosever@yahoo.com

Contato: 96892621

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Apoio:

Sated/RS

Bomfim Hostel

Lucida Cultura

Bar do Beto

La Pizza Mia

Viñeta Estudio

Secretaria Municipal de Cultura

Usina do Gasômetro

Rincão da Saúde

TVE e FM Cultura

Coletivo de Dança da Sala 209

Apoio Cultural Caféstùdio internet design, ARQS.COM internet host e RádioCafé

Rumo ao Múltipla Dança

Tempostepegoquedelícia e Bundaflor, Bundamor (Circulação em Dois Atos, Prêmio Klauss Vianna de Dança) se apresentarão dentro do evento que acontece de 27 de maio a 07 de junho, Múltipla Dança ano#6!

 

Palco Giratório Recife > Crítica por Pollyanna Diniz

A bunda é questão séria

Certa vez uma amiga tentava me convencer que há padrões de comportamentos estanques para delimitar o masculino e o feminino. Um gestual mais duro, reto, tinha que ser “macho man” e um gestual mais ondulado, redondo, “fêmea fulô”….

Acesse o link acima para ler mais…

Cartaz_WEB_circulação em dois atosNessa época de polêmicas acerca do casamento entre pessoas do mesmo sexo, estabelecemos a nossa proposta de circulação de acordo com os dados do IBGE de 2010 – que foi o primeiro a contabilizar a população residente com cônjuges do mesmo sexo – destacando as cidades que atingem os índices mais altos do país (como Florianópolis e Porto Alegre, respectivamente em 1º e 3º lugar), e aquelas que são referência popular para o assunto, como Campinas e Pelotas (que sequer estão entre as cem principais cidades do censo). Não que o espetáculo seja voltado especificamente para este público, mas porque é voltado, sim, para uma plateia mais aberta e tolerante às diferenças e ironias relacionadas a gênero e sexualidade.

Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna apresenta

Vencedor do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna de 2012, Circulação em dois atosconsiste na apresentação através do país, dos espetáculos “Bundaflor Bundamor” e “Tempostepegodelícia”, da Eduardo Severino Companhia de Dança. A proposta prevê circulação nacional nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Acre com dois trabalhos da Cia. que abordam com pitadas de bom humor a sexualidade e o gênero.

O projeto prevê ainda a realização de oficinas gratuitas, divididas em oficina de produção cultural, dia 20, sábado, das 10h às 12h e de criação e exploração do movimento, dia 27, sábado, das 10h às 12h com duas horas de duração cada, com certificado para os participantes. Inscrições para as oficinas no e-mailukaibarra@gmail.com

A Projeto de Circulação começará por Porto Alegre agora em abril nos dias 20 e 21, Bundaflor, Bundamor e dias 27 e 28, Tempostepegoquedelícia, sempre às 20h, na Sala 209, Usina do Gasômetro. Um ingresso será válido para os dois espetáculos. Em maio seguimos para Florianópolis e Recife.

 

Bundaflor, Bundamor, o trabalho discorre sobre a Bunda. Inspirada em obra do historiador francês Jean Luc Henning, “A breve história das nádegas”, Bundaflor, Bundamor propõe outros olhares para essa parte do corpo humano, atentando para a sua constituição, desenho e  possibilidades motoras. Aproveita ainda, do contexto em que se vive, para abordar a bunda brasileira, formada graças à herança genética africana, como  massa carnal rebolante que mostra a nossa alegria mestiça.

Eduardo Severino, Luciano Tavares e Mônica Dantas abordam com humor o imaginário brasileiro, brindando e brincando, através dos movimentos de seus corpos, com elementos que extrapolam a banalização de tudo o que compõe o real e o simbólico desse universo traseiro.BUNDAFLOR1

Nas palavras do poeta Carlos Drummond de Andrade, “é o milagre de ser duas em uma, plenamente, e bunda é a bunda, redunda”. E assim como observou Jean-Luc Henning, “a bunda é barroca, sim: a bunda é barroca. Curva e plenitude”.

Histórico – Temporada/estreia em maio/2008 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Temporada em agosto/2008 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Temporada/ Projeto Dança Usina em março/2009 – Sala 209/Usina do Gasômetro; em abril/2010 – Teatro da Dança/Teatro Itália – projeto Bem Casado – São Paulo; Temporada em julho/2010 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Temporada em Outubro/2010 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Em janeiro/2010 – Sindicato da Performance2 – Santiago/Chile com financiamento do Programa de difusão cultural e intercâmbio do Ministério da Cultura com o projeto Intercâmbio Brasil/Chile; Temporada em março/abril/2011 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Temporada em agosto/2011 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Temporada em agosto/2012-Teatro Sérgio Cardoso – TD – São Paulo.

TEMPOS 1Tempostepegoquedelícia, Trabalho que se desenvolve a partir de questões de gênero e sexualidade, Tempostepegoquedelícia se propõe a desbotar as encarnações do feminino e do masculino, misturando marcadores de gênero e levando à cena sexualidades provisórias. Vestes hieráticas, mulheres com falo, homens em tubinho e decote sexy, coletes de pele, cueca e calcinha vermelhas e corpos nus interrogam, com humor, a falocracia que marca as relações interpessoais na cultura brasileira, e que acaba encontrando reflexo na nossa arte.  O trabalho quer oferecer ao espectador a oportunidade de desfrutar da ambiguidade da carne, sem receio de ser pego em flagrante delito de voyeurismo.

 

Histórico – Pré-estreia Temporada em abril/2012 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Em abril – Fidet 2012 – Festival Internacional de Artes Cênicas e Transdiciplinaridade – Santiago/Chile; Temporada em junho/julho/novembro/2012 – Sala 209/Usina do Gasômetro; em agosto – Teatro Sérgio Cardoso – TD – 2012 – São Paulo; em agosto/setembro Modos de Existir – Sesc Santo Amaro – 2012 – São Paulo.

Bundaflor, Bundamor – Fotos – Inês Correa (113133 – 3135) nas fotos Luciano Tavares e EduardoSeverino

Tempostepegoquedelícia – Fotos – Laércio Sulczinski (9856 – 9972) nas fotos Mônica Dantas e Luciano Tavares + Fotos de Ricardo Braescher com Eduardo Severino e Mônica Dantas nas fotos.

 

FICHA TÉCNICA 

TEMPOSTEPEGODELÍCIA

Concepção e coreografia – Eduardo Severino

Direção Cênica – Elcio Rossini e Eduardo Severino

Criadores Intérpretes – Luciano Tavares e Mônica Dantas

Elementos Cênicos – Élcio Rossini

Pesquisa musical – Luciano Tavares

Mixagem – Jorge Foques

Fotografia – Laércio Sulczinski/Ricardo Braescher/Walter Fagundes

Arte gráfica – Licia Arosteguy

Iluminação: Luciana Ibarra

Vídeo registro – Luciana Paludo/Filipe Severo

Realização – Eduardo Severino Cia de Dança

Produção: Luka Ibarra/Lucida Cultura

Blog – Criação/postagem – Luciano Tavares

Duração – 30 minutos

 

BUNDAFLOR, BUNDAMOR

Concepção coreográfica – Eduardo Severino e Luciano Tavares

Intérpretes/criadores – Luciano Tavares, Eduardo Severino e Mônica Dantas

Trilha musical – “Não me diga adeus”/Aracy de Almeida; “Melô de piripiri”/Gretchen.

Pesquisa musical – Luciano Tavares

Mixagem – Jorge Foques

Figurino e operações – elenco

Arte Gráfica – Licia Arosteguy

Iluminação – Luka Ibarra

Fotos – Ines Correa

Vídeo Registro – Filipe Severo

Realização – Eduardo Severino Cia. de dança

Produção – Luka Ibarra/Lucida Cultura

Blog – Criação/postagem – Luciano Tavares

Duração 30 minutos

 

Apoios: Hashi Art Cuisine, Rincão da Saúde, RádioCafé, Lucida Cultura, Usina das Artes,
 Usina do Gasômetro, Secretaria Municipal de Cultura, TVE e FM Cultura,
 Estúdio Vinëta.

Apoio Cultural: “CaféStùdio internet design” ”ARQS.COM internet host”

 

Financiamento e realização: Ministério da Cultura/Petrobrás/Funarte

Imagem 

Danças no Verão é uma pequena mostra de dança com trabalhos solos e duos de artistas Porto Alegrenses, Uma possibilidade de espaço/ação para que bailarinos/coreógrafos possam mostrar seus trabalhos.

 

Dias 27 de fevereiro e 6 de março, quartas-feiras às 20:30 na Sala 209 com os coreógrafos/bailarinos; Cibele Sastre, Heloisa Gravina, Andrea Spolaor, Luiza Fischer.

Uma pequena mostra da diversidade da dança produzida de forma experimental em Porto Alegre.

 

Serviço:: 

Dias >> 27 de fevereiro e 6 de março >> quartas-feiras.

Horário >> 20:30

Local >> Sala 209 :: Usina do Gasômetro/Porto Alegre.

Ingresso:: Inteira >> R$20,00/ Meia >> R$ 10,00 (Estudantes, classe artística e melhor idade)

 

Cibele Sastre :: “Experimento da cadeira”.

Esta obra estabelece uma relação silenciosa entre uma pessoa e uma cadeira. Ao estranhar o objeto tal como o conhecemos, a relação que se constitui entre bailarina e cadeira propõe novos olhares. Com movimentos sutis e precisos e a suspensão do tempo, a cadeira parece tornar-se humana e a bailarina, objeto; re-significação oriunda da exploração artística das relações de alteridade com objetos.

Concepção e criação: Bia Diamante e Cibele Sastre

Interpretação: Cibele Sastre

Texto: Caco Galhardo

Foto: Luciana Mena Barreto

(Prêmio Açorianos de melhor bailarina 2003)

Andrea Spolaor :: “Todos Os Meus Vícios”.

Durante a criação de um trabalho procuramos novas formas de se movimentar para que algo novo surja. Aqui deixarei isto de lado e usarei todos os meus vícios de movimentação. Pelo simples prazer de dançar…

Luiza Fischer :: “Obra Inacabada”.

Se já fiz tudo que quis fazer, se já andei pelos mais diversos caminhos, se já experimentei as mais diferentes sensações, o que fazer? Por onde andar? O que sentir? Quando conquistamos nossa liberdade, o que fazemos com ela? Passamos a vida colecionando histórias, experiências, cicatrizes, neuroses mal resolvidas e bem resolvidas… para quê?

Pesquisa desenvolvida sob o olhar de Adriana Belbussi Figueroa no projeto Outras Danças 2012.

Heloisa Gravina :: “…percurso líquido…”

É um rumor de muitos séculos. E é o canto das planícies do Oceano. /Atravessar o oceano é carregar sempre esse oceano dentro de si. / As conchas sonoras se batem contra os crânios, os ossos e as balas de canhão esverdeadas, no fundo do Atlântico. / …percurso líquido… nasce de sucessivas travessias do Atlântico, minhas e de outros que me antecederam, que me acompanham e que me sucederão. / Existem, nesses abismos, cemitérios de navios negreiros, muitos de seus marinheiros. / Convido Cibele Sastre para dançar comigo e me ajudar a compartilhar o oceano que me habita. / E que constelam o espesso tapete dos filhos da África, com os quais se fazia comércio… / …percurso líquido… é entrar no fluxo da água. Tornar-se água e remexer no fundo do abismo. É um convite para mergulhar.

Concepção: Heloisa Gravina

Criação e interpretação : Heloisa Gravina e Cibele Sastre

Colaboração : André Mubarack, Purê de Batatas – dança, teatro e afins e Arteria – artistas de dança em colaboração.

Texto citado: Édouard Glissant e Patrick Chamoiseau (L’intraitable beauté du monde)

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