Programa de Residência Artística da Sala 209 apresenta COLETIVO MOEBIUS

PROCEDIMENTO 21+1

Dias 18 e 28 de maio, às 20h, na Sala 209 da Usina do Gasômetro

Toto: Natália Utz
Foto: Natália Utz

Após realizar temporada em abril, no Teatro Renascença, o Coletivo Moebius se apresenta na Sala 209 da Usina do Gasômetro, no dia 18 de maio, às 20h, como parte do Prêmio de Residência Artística do Coletivo da Sala 209 – Ano 2014. O Coletivo realizará, ainda, outra apresentação no dia 28 de maio, também às 20h, a qual será seguida de bate-papo, como parte do projeto Última Quarta Dançando, organizado pelo Coletivo de Dança da Sala 209.

DIA 18 (DOM) DE MAIO ÀS 20h NA SALA 209 DA USINA DO GASÔMETRO

R$20, com meia-entrada para estudantes, classe artística e terceira idade (ingressos à venda antecipadamente com os integrantes do Coletivo; no dia de espetáculo 1h antes das apresentações na sala 209)

 DIA 28 (QUA) DE MAIO ÀS 20h NA SALA 209 DA USINA DO GASÔMETRO

 R$10, com meia-entrada para estudantes, classe artística e terceira idade (ingressos à venda antecipadamente com os integrantes do Coletivo; no dia de espetáculo 1h antes das apresentações na sala 209)

 Coletivo Moebius

Coletivo Moebius é um grupo de dança contemporânea formado em 2014 por artistas de diferentes saberes em dança. Apropriando-se do conceito da fita de Moebius, as pesquisas do coletivo se centram na subversão das dicotomias dentro/fora, direito/avesso, frente/verso, buscando uma possível unidade na diversidade dos corpos e das práticas.

Procedimento 21+1, contemplado com a Residência Artística da Sala 209 – Ano 2014, é fruto da colaboração entre DouglasJung, performer, professor e coreógrafo brasileiro chegado da Áustria em 2013; Matej Kejžar, performer, professor e coreógrafo esloveno atuante na Europa; e Coletivo Moebius, coletivo de artistas na/da dança.

Assim, como quem compõe a estratégia perfeita para uma missão irrealizável, ou como quem escreve o plano diretor de uma cidade em ruínas, a construção do espetáculo Procedimento 21+1 foi planejada para gerar e dar ritmo a um evento coreográfico que questiona a estabilidade da sua própria estrutura, fazendo do corpo em queda a base onde se apoiam as sensações que o espetáculo produz.

​Através de um conjunto de regras para improvisação, a peça exige que os performers estejam constantemente engajados na execução de tarefas e na resolução de problemas reais em tempo real. Por outro lado, a trilha executada ao vivo, alguns pequenos – porém reais – acidentes e algumas brechas na/da estrutura potencializam a atmosfera vertiginosa que dá cor e ritmo à experiência de cair constantemente.

 Ficha Técnica: Direção: Douglas Jung (Brasil) com colaboração de Matej Kejžar (Eslovênia) | Coordenação de produção: Clarissa Brittes | Produção: Coletivo Moebius | Design gráfico: Bianca Brochier | Mídia audiovisual: Luhã Valença | Assessoria de imprensa: Clarissa Brittes e Priya Mariana Konrad | Trilha ao vivo: Guilherme Schwertner | Elenco: Alyne Rehm, Bianca Brochier, Clarissa Brittes, Débora Nunes, Emily Chagas, Ferhi Mahmood, Luhã Valença, Luiza Fischer, Priya Mariana Konrad, Sahaj

 Crédito foto: Natália Utz

 Endereço: Usina do Gasômetro, Av. Pres. João Goulart, 551 – Porto Alegre/RS

Estacionamento no local

 Curta o Coletivo Moebius no facebook.

Entre em contato pelo email: contato.coletivomoebius@gmail.com

PRÊMIO RESIDÊNCIA

ARTÍSTICA

DA SALA 209 – 2014

Douglas Jung é bailarino e coreógrafo, formado pela SEAD – Salzburg Experiemental Academy of Dance, sediada em Salzburgo na Áustria. Em 2013/1 concluiu o “Programa Artist in Progress” com especialização em coreografia conferida pelo programa paralelo “Choreography Major”. Em 2008, foi aceito e ingressou na Folkwang Hochshule Essen, onde estudou Dança Moderna por um ano, antes de ingressar na SEAD. Já na escola austríca, foi o único estudante contemplado com bolsa de estudos integral para os quatro anos de curso. Lá coreografou e dirigiu inúmeros espetáculos de dança contemporânea, dos quais três foram selecionados para apresentação em festivais em Salzburg. Em Porto Alegre em 2012, coreografou o espetáculo “Foi pro espaço…” para o Grupo Experimental, onde ministra cursos e oficinas desde 2010 e do qual foi integrante da primeira formação em 2007. Foi premiado com uma residência artística pelo projeto “Incubadora de Novos Coreógrafos” em 2008, quando estreiou sua primeira montagem cênica entitulada “Bondage”. Atuou como performer colaborador do Grupo Gaia – Dança Contemporânea na montagem “Alice [Adulto]” de 2006. Douglas Jung foi aluno de nomes consagrados na cena européia, como Dominique Mercy, Lutz Forster, Malou Airaudo, Jonathon Burrows, Libby Far, Matej Keijzar, Martin Nachbar, Martin Kilvady, Jozef Frucek e Linda Kapetanea. Em Porto Alegre, foi aluno de Airton Tomazzoni, Luciana Paludo, Tatiana da Rosa, Eva Schull, Daggi Dornelles, Diego Mac entre outros.

Matej Kejzar nasceu na Eslovênia. É um novo coreógrafo que está despontando e dançarino. Estudou em Amsterdam School for New Dance Development (SNDO). Após seus estudos, trabalhou em escolas europeias reconhecidas  como professor e coreógrafo tais como SNDO, Amsterdam, SEAD/Salzburg e Tanzquartier Wien, e também na Índia, China e Taiwan.  No seu trabalho como coreógrafo e professor, ela se utiliza da colaboração de músicos, atores e pintores. Foi integrante da Cia Rosas, uma importante Cia de dança contemporânea belga dirigida por Anne Teresa De Keersmaeker, e seu desenvolvimento artístico é bastante influenciado por Katie Duck e Martin Sonderkamp.

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