Espetáculos

IN/Compatível? Remontagem

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Foto: Luis Paulot

IN/compatível? Teve estréia no ano de 2005 e teve uma remontagem/recriação no ano de 2016 em comemoração aos 15 anos de Cia. A Cia tem uma produção ativa de forma ininterrupta há 16 anos. Resolvemos remontar este trabalho que é um dos mais emblemáticos de nossa trajetória, além do núcleo artístico principal da Cia. Luciano Tavares e Eduardo Severino fazem parte deste espetáculo os criadores/intérpretes Andrew Tassinari e Viviane Gawazee.

O trabalho retrata de maneira bem humorada e com muita ironia a robotização da união entre quatro personagens através de uma linguagem contemporânea, com quatro personagens que se entrelaçam em seus sentimentos. Em cena, os quatro intérpretes negociam seus sentimentos atrás de uma escrivaninha que também é cama, que também é chão, os seres negociadores do amor trajam um figurino pop que sugere um mundo mecanicista com relações vazias e distantes, onde os corpos ficam evidenciados no intuito de questionar o culto ao corpo existente em nossa sociedade, o mecanicismo de nossas relações e a robotização de nossos comportamentos cotidianos na contemporaneidade.

A abundância de imagens e sensações sugeridas pelo cotidiano e a aridez e artificialidade nas relações humanas foi o ponto de partida para a pesquisa coreográfica e para a remontagem/recriação desta obra.

Ficha técnica

Concepção Coreográfica: Eduardo Severino e Luciano Tavares

Criadores/Intérpretes: Andrew Tassinari, Viviane Gawazee, Luciano Tavares e Eduardo Severino

Idéia de elementos cênicos: Luciano Tavares e Eduardo Severino

Consultoria de Figurino: Luciane Castro

Figurino: elenco

Consultoria Estética Óptica: Luís Henrique

Trilha Sonora pesquisada por Luciano Tavares: Evelyn Glennie, Operation Phoenix, John Hanks/Indigo , Candeia

Operação de som: Driko Oliveira

Desenho de Luz: Luka Ibarra

Projeto Gráfico: Adriana Sanmartin

Fotografia: Natalia Utz

WebDesign: Luciano Tavares

Mixagem/imagens spot/Vt: Jorge Foques

Mixagem trilha: Driko Oliveira/Jorge Foques

Registro audiovisual: João Gabriel de Queiros

Realização: Eduardo Severino Cia de Dança/Lucida Cultura/Bendita Cultura

Divulgação: Eduardo Severino Cia de Dança.

Ano 2016

Manchas Urbanas

Arte: Adriana San Martin
Arte: Adriana San Martin

Criação e apresentação de cinco trabalhos solo, realizados por cinco artistas diferentes, apresentados em temporada de cinco dias, em horários não simultâneos e em locações públicas e diferentes entre si, com música ao vivo, com temática referente ao aquecimento global e suas implicações no cotidiano das pessoas.

Sabe-se que o estudo do tempo e do clima, ocupa uma posição central e importante no amplo campo da ciência ambiental. O clima influencia diretamente as plantas, os animais (incluindo o homem), o solo  e até as rochas através do intemperismo.  O clima e as variações climáticas exercem grande influência sobre a sociedade. As principais bases da vida para a humanidade, principalmente o ar, a água, o alimento e o abrigo, estão na dependência do clima. Até mesmo no vigor físico do homem eles influenciam.

O clima urbano gera o que os cientistas chamam de “manchas urbanas”, que são caracterizadas por três tipos de fenômenos: ilhas de calor, que se estabelecem sobre as áreas urbanizadas, causando desconforto térmico, além de outras conseqüências indesejáveis; inversões térmicas, responsáveis pelo agravamento da poluição atmosférica em virtude do papel de bloqueio que exercem, dificultando a dispersão dos resíduos e micropartículas (mais freqüentes nos meses de inverno); e enchentes urbanas, fenômenos produzidos por chuvas torrenciais agravadas pela impermeabilização do solo urbano.

Ficha técnica
Direção: Eduardo Severino
Elenco: Andrea Spolaor, Cibele Sastre, Eduardo Severino, Luciana Paludo, Luciano Tavares
Trilha sonora: Leonardo Dias
Produção: Luka Ibarra e Ana Paula Reis
Duração: 50 min
Recomendação etária: livre
Ano 2013
Glórias do Corpo
Luciano Tavares, Luciana Paludo e Eduardo Severino por Lu Mena Barreto em Glórias do Corpo
Luciano Tavares, Luciana Paludo e Eduardo Severino por Lu Mena Barreto em Glórias do Corpo

O trabalho coreográfico Glórias do Corpo se inspira no discurso sobre o corpo, vigente na sociedade contemporânea. A proposta, que agora se completa nesta exibição em sala fechada, partiu da observação de corpos em movimento para, a partir disso, re-colher percepções e sensibilidades. Aborda questões entre o movimento mecânico e o movimento expressivo que vira dança e questiona o que distingue um do outro.

Três coreógrafos/bailarinos em colaboração na criação da obra coreográfica: Luciano Tavares, Luciana Paludo e Eduardo Severino, que agregados com o olhar de Andrea Spolaor, somam experiências a compartilhar.

Três corpos que interagem, com o ambiente; espaço, tempo, movimento, forma, relação e energia. “A ação inicial foi ao ar livre, onde buscamos inspiração com o movimento dos transeuntes e ocupantes dos lugares destinados à prática de exercícios, em nossa sociedade”, comenta o bailarino e coreógrafo Eduardo Severino.

No contato com a natureza e o ambiente externo, a pergunta: o que este espaço faz despertar em nossos corpos? Em nossas relações? E, no foco inverso, o que faz despertar o olhar (dos transeuntes que se exercitam nas ilhas esportivas) para o nosso movimento? Qual a diferença entre essas movimentações? Quanto tempo é necessário despender, entre ações e atitudes, para tornar dança os movimentos?

“Em nossas primeiras experiências como ‘ocupantes das ilhas’, pudemos observar que deslocamos as funções iniciais dos objetos postos nessas ‘ilhas esportivas’ (recantos esportivos); passamos a prestar atenção em sua forma, volume e densidade”, relata Luciana Paludo.  “A função daquele aparelho ganha outro status, assim como o corpo na dança, em relação ao movimento. Num primeiro momento, as ‘ilhas esportivas’ nos serviram de cenário, de espaço cênico, de inspiração para criarmos estas relações – a partir de observações destas diferenças, entre o fazer mecânico e o fazer poético”, explica a bailarina.

 

Ficha Técnica:

Criação e interpretação: Luciano Tavares, Eduardo Severino e Luciana Paludo

Consultoria coreográfica: Andrea Spolaor

Pesquisa musical: Luciano Tavares

Música: colagem musical a partir dos ruídos, sons captados nas ilhas esportivas

Mixagem: Jorge Foques

Desenho de Luz: Fabrício Simões

Operação de Luz: Luciana Hoppe

Cenário: Giba Rocha e Elenco

Objeto de cena:: madeira:: Elias Chidia

Painel fotográfico de cena: Adriana Sanmartin e Lu Mena Barreto

Figurino: elenco

Design Gráfico: Adriana Sanmartin

Fotos: Lu Mena Barreto

Display em ferro: Marcelo Mello

Produção Executiva: Viviane Soares :: Bis Cultura e Comunicação

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu

Realização: Eduardo Severino Cia de Dança

Financiamento: Fumproarte

Ano: 2010.

Tempostepegoquedelícia

FOTOTrabalho que se desenvolve a partir de questões de gênero e sexualidade, Tempostepegoquedelícia se propõe a desbotar as encarnações do feminino e do masculino, misturando marcadores de gênero e levando à cena sexualidades provisórias. Vestes hieráticas, mulheres com falo, homens em tubinho e decote sexy, coletes de pele, cueca e calcinha vermelhas e corpos nus interrogam, com humor, a falocracia que marca as relações interpessoais na cultura brasileira, e que acaba encontrando reflexo na nossa arte.  O trabalho quer oferecer ao espectador a oportunidade de desfrutar da ambiguidade da carne, sem receio de ser pego em flagrante delito de voyeurismo.

Histórico – Temporada em abril/2012 – Sala 209/Usina do Gasômetro; Em abril – Fidet 2012 – Festival Internacional de Artes Cênicas e Transdiciplinaridade – Santiago/Chile; Temporada em junho/julho/2012 – Sala 209/Usina do Gasômetro; em agosto – Teatro Sérgio Cardoso – TD – 2012 – São Paulo; em agosto/setembro Modos de Existir – Sesc Santo Amaro – 2012 – São Paulo; Em março de 2014 a Cia fez residência artística no CICO – Centro de Investigação Coreográfica na Cidade do México, DF – no Instituto de Belas Artes da Cidade do México com a apresentação do Circulação em Dois Atos, oficina e palestra.  

Concepção e coreografia: Eduardo Severino

Direção Cênica: Elcio Rossini e Eduardo Severino

Criadores Intérpretes: Luciano Tavares e Mônica Dantas

Elementos Cênicos: Élcio Rossini

Pesquisa musical: Luciano Tavares

Mixagem : Jorge Foques

Fotografia: Laércio Sulczinski

Arte gráfica: Licia Arosteguy

Vídeo registro: Luciana Paludo

Realização: Eduardo Severino Cia de Dança

Produção: Luka Ibarra/Lucida Cultura

Tempo: 30 minutos

Ano 2012

1, 2, 3 e já!

123ejáPrimeiro trabalho solo de Luciano Tavares

Na  montagem o personagem retoma o universo lúdico infantil em seus vários jogos que são criados e recriados a todo o momento, chengado ao ponto de estabelecer um movimento contínuo que só para quando a energia se esgota, ou quando realiza seu sonho que é poder brincar infinitamente com sua caixa de “segredos”. Em cena joga-se amarelinha, brinca-se de estátua, luta-se com seus guerrreiros de miniaturas, suja-se o chão com giz, faz-se uma verdadeira bagunça a qual culmina com um bom banho de brinquedos.

Ficha técnica:

Concepção coreográfica: Luciano Tavares

Bailarino-criador-entérprete: Luciano Tavares

ConversAções: Bia Diamante

Trilha musical: Giba Rocha

Operação de som e luz: Eduardo Severino e Luciana Hoppe

Desenho de luz: Eduardo Severino e Luciano Tavares

Elementos cênicos: Giba Rocha

Figurino: Luciano Tavares

Apoio: Projeto Usina das Artes, Café Stúdio Internet Design, Estüdio Viñeta, 107, 7 fm cultura

Duração: 23min

Ano 2009

Bundaflor Bundamor

BundaflorBundamor_0063LuMenPiriforme, pectíneo, quadrado lombar. Ísquio, ilíaco, púbis. Glúteo máximo, glúteo médio, glúteo mínimo. Quadril. Esse conjunto composto por ossos e por músculos anatomicamente funcionais constitui uma região amplamente popular em nosso país: a bunda.

O amplo interesse por esta parte do corpo está presente, desse modo, em diversas áreas, sendo foco de inspiração e temática. A chamada“preferência nacional” dos brasileiros, a bunda, é o cerne para criação desse novo trabalho coreográfico da companhia. Em cena o elenco aborda com humor o imaginário brasileiro, brindando nos movimentos de seus corpos para além da banalização dos elementos que compõem o real e o simbólico desse universo. A obra tenta desmistificar as várias conotações que são dadas a ela ao experimentar esta parte do corpo com movimentos que não apenas remetam à sua representação erótica ou sexual, e sim, dispor a colocar em foco esta porção privilegiada do corpo sem falsos moralismos. Como dizia Drummond, “É o milagre de serem duas em uma, plenamente, e bunda é a bunda, redunda”. E bem como viuJean-Luc Henning em sua Breve história das nádegas, “a bunda é barroca, sim: a bunda é barroca. Curva e plenitude” dispara.

Ficha técnica:

Concepção coreográfica: Eduardo Severino / Luciano Tavares

Direção artística: Eduardo Severino / Bia Diamante

Criadores-intérpretes:  Mônica Dantas, Luciano Tavares, Dani Boff, Luciana Hoppe e Eduardo Severino

Desenho de luz: Fabrício Simões Operação de luz: Viviane Lencina

Figurino: Eduardo Sevrino Cia. de Dança e elenco

Duração: 40min

Ano 2008

‘ Y Kûá – O silenciar de um rio
'Y Kûá2_FotoLucianaMenaBarreto

A obra ‘Y KÛÁ o silenciar de um rio tem como ponto de partida para a pesquisa coreográfica o elemento água, melhor dizendo; a falta da água.  A água em processo de escassez.

Nosso planeta esta ruindo, nossa flora queimando, nossa fauna sumindo, nossa água secando.

Para onde iremos e o que seremos depois disso?  Peixes, anfíbios, lagartos, pássaros, macacos, homens….

….mutantes? alguns seres percebem o mundo, outros apenas o devoram.

Y KÛÁ é conseqüência de um processo iniciado com a obra “Planetário “(1999), inspirado na obra do artista plástico e ambientalista Frans Krajcberg e com” Lixo, Lixo Severino” (2001), espetáculo sobre o paradigma da reciclagem versus os padrões de consumo do homem moderno..

O espetáculo estreou em junho de 2006 e retorna no mês de setembro na sala que a companhia administra dentro do Projeto Usina das Artes na Usina do Gasômetro. O espetáculo tem no elenco os bailarinos Luciano Tavares, Caroline Peter, Carol Lanner, Marco Fillipin e Eduardo Severino. Eduardo Severino também forma parcerias; com Cleber Menezes (Direção cênica), Andréia Pescador (Figurinos), Adriana San Martin (Projeto Gráfico), Adriana Deffenti (Preparação Vocal), Carlos de Los Santos (WebDesign), Jorge Foques (colagem musical) e Luciana Mena Barreto (fotos)  para discorrer sobre a água e sua escassez.

SOMOS OS AGENTES PRIVILEGIADOS DA TRANSFORMAÇÃO CABE AO SER HUMANO, POR ESTE MOTIVO A RESPONSABILIDADE MAIOR PELA PRESERVAÇÃO DA VIDA EM NOSSO PLANETA, SEMPRE FUI INTERNACIONALISTA E A NATUREZA ME TORNOU PLANETÁRIO”.

(FRANS KRACJBERG).

Ano 2006

IN/Compatível?

INCOMPATÍVELIN/Compatível? é mais do que uma simples pergunta. Com um cenário composto por uma mesa de escritório e duas cadeiras que assumem várias funcionalidades, ora transformando-se em cama, ora constituindo um ambiente de negociação e embates, ao redor das mesmas , a relação entre os três personagens se estabelece.

Doses equilibradas de crítica, de bom humor e de provocação envolvem o público, não somente nos sentimentos e situações cotidianas expostos nas possibilidades já anunciadas no título da obra, mas, essencialmente, no desenho destas relações, nas escolhas artísticas e na forma de apresentá-las, criando imagens que impedem a redução do tema a meros clichês.

A abundância de imagens e sensações sugeridas pelo cotidiano das relações humanas, ponto de partida para a pesquisa coreográfica, retrata a robotização de uma união através de uma linguagem contemporânea, com três personagens que se entrelaçam em seus sentimentos. Em cena, os seres negociadores do amor trajam um figurino pop que sugere um mundo mecanicista com relações vazias e distantes, onde os corpos ficam evidenciados no intuito de questionar o culto ao corpo existente em nossa sociedade, o mecanicismo de nossas relações e a robotização de nossos comportamentos cotidianos.

VENCEDOR DE 3 PRÊMIOS AÇORIANOS/2005: » Melhor Coreografia » Melhor Bailarino: Eduardo Severino » Melhor Trilha Sonora Pesquisada

Ficha técnica:

Concepção Coreográfica: Eduardo Severino

Criadores/ Intérpretes : Carol Peter, Eduardo Severino e Luciano Tavares

Bailarinas convidas: Fernanda Carvalho Leite e Luciana Paludo

Figurino e Cenografia : Luciano Tavares e Eduardo Severino

Consultoria de Figurino : Luciane Castro

Consultoria Estética Óptica : Luís Henrique

Trilha Sonora : Evelyn Glennie, Operation Phoenix, Candeia

Desenho de Luz : Eduardo Severino

Duração: 35 minutos

Ano 2005

A mão mansa do afeto

mãoAfeto, sentimento de inclinação para alguém, simpatia, amizade, afeição, amor, paixão, submetido, entregue, pendente.

Como falar sobre afeto? Como expressar a dor da perda, a euforia do reencontro, o pressentimento da distância, afastamento, reconciliação, afagos, amores e desamores do ser humano? Algumas sensações só podem ser expressas em palavras; outras, só através da dança.

MELHOR COREOGRAIA PRÊMIO AÇORIANOS DE DANÇA 2003

“Minha dança é o instrumento de dialogo com o mundo, minha obra é um registro claro da busca por uma linguagem própria que representa o pensamento da dança a que me proponho.  Cinco pessoas na tentativa de um novo viver…”

Eduardo Severino

Uma investigação coreográfica que passeia mão a mão pela carência do afeto, do outro, da mão, do calor, do ombro, da carência do apoio. Pessoas que se unem na tentativa de um novo viver.

A mão mansa do afeto.

Ficha técnica:

Concepção/Direção: Eduardo Severino

Criadores/Intérpretes: Aline Mello, Eduardo Severino, Luciano Tavares, Tatiana Missel e Viviane Lencina

Violinista: Cristina Cavalheiro

Música tema: Felipe Azevedo

Trilha musical: Evelyn Glenne

Figurino: Eduardo Severino Cia. de Dança

Iluminação: Eduardo Severino Cia. de Dança

Ano 2003

Lixo, Lixo Severino

lixo_0526-1“ATÉ QUANDO O PLANETA SUPORTARÁ?

LIXO, HOMEM, MOVIMENTO, ATITUDE.”

A obra propõe novas visões sobre o conceito moderno de lixo. Além do lixo como matéria prima renovável, retornável e reutilizável. Através da linguagem da dança e da performance apresenta um conceito contemporâneo onde o homem tem papel fundamental, demonstrando que este processo exige do ser humano atitude e consciência para reciclar suas idéias e respeitar a vida. Um homem que ajude a preservar a vida em seu planeta, sua casa, buscando um reequilibrio que é ponto de partida a novas ousadias. Intencionalmente cada vez mais auto – sustentáveis.

Para se fabricar uma ton. de papel, consome-se 15 árvores. Apenas 1% das pilhas consumidas é processada e tem um destino ambientalmente correto; um litro de óleo tem o poder de contaminar um milhão de litros de água; somente 17% dos resíduos plásticos de pós -consumo são reciclados no Brasil.

Tampas de garrafa >>> 150 anos para se decompor;

fralda descartável comum >>> 450 anos;

uma garrafa pet >>> mais de 100 anos;

borracha >>> tempo indeterminado.

Histórico: Lixo, Lixo Severino ganhou fundo para produção artística FUMPROARTE pelo município de Porto Alegre/RS, estreiando em junho de 2002 no Espaço Elis Regina na Usina do Gasômetro, cumprindo temporada, No mesmo ano ganha Prêmio IEACEN para Dança pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul; faz abertura do Congresso Nacional de Dança no teatro do SESC, Porto Alegre/RS; participa do Conexão Sul em Florianópolis/SC. Em 2003 faz temporada no Teatro Renascença, Porto Alegre/RS. No mesmo ano recebe sete indicações ao Prêmio Açorianos de Dança/2002, no município de Porto Alegre/RS, tendo recebido três prêmios.

Ficha Técnica:

Concepção/Direção: Eduardo Severino

Criadores/Intérpretes: Luciano Tavares e Eduardo Severino

Trilha Sonora: Música Tema – Felipe Azevedo

Figurino e Cenografia: Luciano Tavares e Eduardo Severino

Iluminação: Eduardo Severino

Concepção Gráfica: Iran Rosa

Projeto Gráfico: Adriana Sanmartin e Iran Rosa

Fotografia: Luciana Mena Barreto

Produção e divulgação : Eduardo Severino Cia. de Dança

Ano 2002 e remontagem 2006/2007

Alma Tonta

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Uma investigação coreográfica sobre a poesia Canção Ballet do poeta brasileiro Mario Quintana. Alma Tonta usa como narrativa a poesia que fala dos sonhos, desejos, dúvidas e desencantos de um homem e uma mulher.As personagens vivem em universos paralelos, vulneráveis pelos desejos de um outro mundo. Música eletrônica, poema e silêncio fazem parte da ação, pontuada pela voz de Adriana Deffenti, ora lírica, ora sussurrada, tremida e gemida.

“Eduardo Severino, criador/intérprete – Busca pesquisar uma linguagem de movimentos própria, transmitindo conceitos claros através de um jogo de movimentos delicados, sensíveis e pequenos, contrastando com amplos desenhos no espaço.” Eva Schul

Ficha técnica:

Concepção Coreográfica: Eduardo Severino

Elenco: Eduardo Severino, Fernanda Carvalho Leite e Adriana Deffenti

Figurino: Elenco

Iluminação: Bathista Freire

Assistente de iluminação: Fabrício Simões

Música: INTRUDUCTION –  TYWALKER/KLINEK/HEIL

OBLIVION- PIAZZOLLA – AHN TRIO

Ensaiador/Operação de som: Luciano Tavares

Récita da Poesia: Fernanda Carvalho Leite

Cantora/Flautista: Adriana Deffenti

Duração: 35 minutos

Ano 2001

CANÇÃO BALLET

Ele sozinho passeia
Em seu palácio invisível.
Linda moça risca um riso
Por trás do muro de vidro.

Risca e foge, num adejo
Ele pára, de alma tonta.
Um beijo brota na ponta
Do galho do seu desejo.

E pouco a pouco se achegam
Põem a palma contra a palma
Mas o frio, o frio do vidro
Lhe penetra a própria alma!

“Ai do meu Reino Encantado,
Se tudo aqui é impossível…
Pra que palácio invisível
Se o mundo está do outro lado?”

E inda busca, de alma louca,
Aquele lábio vermelho.
Ai, o frio da própria boca!
O amor é um beijo no espelho…

Beija e cai, como um engonço,
Todo desarticulado…
Linda moça como um sonho,
Se dissipa do outro lado…

(Mário Quintana)

Planetário

PLANETÁRIO_6678Uma obra de dança contemporânea que teve como inspiração para pesquisa coreográfica a obra do escultor e ambientalista FRANS KRAJCBERG.

Trabalho selecionado para o projeto Rumos Dança Itaú Cultural 2001, o Criador – Intérprete – Eduardo Severino teve como inspiração para pesquisa coreográfica a obra contemporânea do artista plástico e ambientalista Frans Krajcberg. As denúncias de Krajcberg sobre os retorcimentos nas árvores deixadas após as queimadas se transformaram em movimento . Investigar a plasticidade destas formas e a questão da devastação e da morte adequando-as a linguagem coreográfica serviram de inspiração e constituíram o processo de criação à montagem . Os posicionamentos de Krajcberg vão ao encontro das mesmas inquietações que o coreógrafo com relação às questões da devastação do homem contra a vida neste planeta . O coreógrafo estabeleceu algumas parcerias para a composição da obra , com o músico percussionista Fernando do Ó, que compôs trilha original para a obra e com a escultora Isane Schul, criadora do único elemento cênico , uma peça em cerâmica onde queima uma chama do início ao final do espetáculo . Os posicionamentos de Krajcberg vêm ao encontro do que o coreógrafo sente quando se depara com a violência do homem contra a vida neste planeta .

” NÓS SOMOS OS AGENTES PRIVILEGIADOS DA TRANSFORMAÇÃO. CABE AO SER HUMANO , POR ESTE MOTIVO , A RESPONSABILIDADE MAIOR PELA PRESERVAÇÃO DA VIDA EM NOSSO PLANETA SEMPRE FUI INTERNACIONALISTA E A NATUREZA ME TORNOU PLANETÁRIO ” . Frans Krajcberg.

Ficha técnica:

Concepção/ Direção / Intérprete : Eduardo Severino

Ensaios: Luciano Tavares

Trilha Musical: Fernando do Ó; Colagem musical: Jorge Foques

Figurino: Eduardo Severino Cia . de Dança e Zoé Degani ( criação de Zoé Degani para a obra Lixo , Lixo Severino e reciclado para a obra Planetário )

Elemento Cênico : Peça de Cerâmica de Izane Schul

Iluminação : Eduardo Severino Cia . de Dança

Duração: 20 minutos

Ano 2001/2002 e remotagem em 2007

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2 comentários sobre “Espetáculos

  1. Parabéns pelo ótimo trabalho desenvolvido pelos palcos do mundo!!!
    VCs são ótimos…Lindo trabalo!!!

    • Obrigado! Ficamos contentes que vcs tenham gostado e que com nosso trabalho atingimos essa amplitude!

      Abraços,
      Luciano

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